
Nossa, quanto tempo passou. Tanta coisa aconteceu. Tanta gente, tanta respiração profunda, aquela que busca o ar. E depois disso tudo tenho somente uma única certeza: o que eu sinto é meu. As noites mal dormidas são minhas, a distração é minha, a dor na boca do estômago é minha, as lembranças são minhas. Fazer o quê? Egoísta? Talvez. É o preço que pago por viver. Sempre acho que pago barato.
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