terça-feira, setembro 14, 2010

Ladrão de Papel Higiênico de Banheiro Público* **


Algumas atitudes revelam a hombridade ( ou falta dela) do homem, do bicho-homem. Respeitar os mais fracos, assumir um filho que não é seu ou entrar corretamente em uma fila. São pequenos atos que demonstram a educação básica. E princípios e valores não se treinam na rua, se adquirem em casa. Apesar da imensa raiva, tenho pena daqueles que não conseguem honrar uma simples fila. Típico de quem não teve pai, mãe, FAMÍLIA. Falta de LAR. Mais pena, ainda, tenho dos FILHOS de pessoas assim. Destes, um bom-dia, com licença, por favor, nem pensar! Só nos resta lamentar. Só me resta um post para vomitar.

* Crédito da expressão para a amiga Débora Saraiva.
** A frase da foto que ilustra o post saiu pela metade e como sou uma analfabeta tecnológica que não sabe reduzir uma foto, só me resta a conclusão : os ladrões de papel higiênico estão me boicotando!

sábado, setembro 11, 2010

Que Se F* o Amor


É-g-u-a! Que merda! Provavelmente assim eu defina um reencontro. Sim, porque oportunizar, dar sorrisinho bobo e depois tchum! É, fui uma besta, uma idiota, uma imbecil (assim diz uma amiga da forma mais honesta possível, por mais que machuque). Mas tudo bem. Ainda acredito na vida. Na melodia. Na poesia. E na dor.

quinta-feira, setembro 09, 2010

Segredo



A vida nos corrompe. Será? Provavelmente sim. Para mim, não pelo dinheiro ou pelo poder, mas pelo tesão. Anseio de viver. De sentir. De amar. De ter as entranhas remoendo, sabe-se lá o por quê! Também, nem me interessa. O que são os motivos diante de um olhar doce ou de um sorriso sorrateiro? Sem grandes explicações, o que me interessa é que um sentimento está lá. Guardado. Um dia desses ele novamente se delata, falando baixo no meu ouvido. Adoro cochicho.

domingo, setembro 05, 2010

Lamento


O amor não vem fácil. Geralmente requer dedicação, trabalho, paciência. Amor que é amor, se dá . E marca. É o suficiente. Se não for assim, acho que pode ser tudo, menos amor. Tou sentindo falta dele.

quinta-feira, setembro 02, 2010

Sentimento Feijão-Com-Arroz



Falar de algo novo também pode ser falar de algo velho. Remói e tritura a alma. Um dia, antigos sentimentos voltam. Retornam porque estão ali, mal resolvidos, mal amados. E se instalam novamente no teu cotidiano. Quem dera que tudo que nos viesse ao coração fosse motivo de satisfação. Não dá. Nem sempre. Infelizmente, um simples gole de cerveja não resolve nada. Só ameniza. E só.

quarta-feira, agosto 11, 2010

Casa


Olho pela janela. Ouço jazz. Jazz "Delcleniano". Vejo um Rio de céu. Um Rio de mangas. Um Rio de mar. Um Rio de verde. Um Rio de gente. Que saudade do Rio, quando aqui estou. Que saudade da minha casa, quando no Rio estou. Em breve matarei a saudade. De lá. E, depois, de cá.

quinta-feira, agosto 05, 2010

Rastro




Sinto o cheiro da novidade. Sinto o cheiro da leveza. Acredito que algo vem por aí. Coisa boa. Assim creio. Respiro. Mais uma vez a fé. Sempre ela, o alimento d'alma. Da vida. Do tesão. Da respiração. Do novo. De novo. Coisa boa vem por aí. Ainda bem. Mesmo tentando não esperar, espero. Sempre.