Preciso me conformar com algumas pessoas que passam na minha vida. Umas vem para durar 48 h bem resolvidas. Outras vem para durar 3 anos mal resolvidos. Talvez seja falta de comunicação. Provavelmente de paixão. Ou ego demais. Quando um quer, o outro não. E vice-versa. E não adianta tentar resolver, tampouco se empolgar. O melhor é relaxar e aproveitar quando as vontades são convergentes. Fora isso, ainda bem que tenho memória, pelo menos as boas lembranças ficam.
quarta-feira, junho 29, 2011
Vão
Preciso me conformar com algumas pessoas que passam na minha vida. Umas vem para durar 48 h bem resolvidas. Outras vem para durar 3 anos mal resolvidos. Talvez seja falta de comunicação. Provavelmente de paixão. Ou ego demais. Quando um quer, o outro não. E vice-versa. E não adianta tentar resolver, tampouco se empolgar. O melhor é relaxar e aproveitar quando as vontades são convergentes. Fora isso, ainda bem que tenho memória, pelo menos as boas lembranças ficam.
segunda-feira, junho 27, 2011
Essa Pôrra de Natureza
Entre os piores defeitos que tenho, com certeza a dificuldade do desapego deve ser um dos mais graves. Confesso. Preciso de tempo para desacostumar. Seja de um amigo, seja de uma paixão. Talvez seja inversamente proporcional à dificuldade que tenho em me apegar. E quando digo isso, apesar de ser uma pessoa muita extrovertida, efetivamente gostar de alguém requer de mim um esforço maior. Geralmente, noto os detalhes e, a partir daí, me apaixono. Então, o mesmo esforço do apaixonamento, me obriga ao esforço do desapaixonamento. Só que depois que descubro alguém, seja um amigo, seja uma paixão -ambos de novo-, tudo fica mais difícil. Sim, pois preciso esquecer olhares, ignorar gargalhadas e fingir que não sinto perfumes agradáveis. Eu sou assim. Por favor, alguém liga o meu desconfiômetro?
quarta-feira, junho 01, 2011
Declaração
quarta-feira, maio 25, 2011
Preço

Todo santo dia fazemos escolhas. Algumas cientes, outras não. As minhas sempre fiz achando que estava certa. A questão é: em algum momento alguém te cobra. A vida. Pode esperar. Não existe carnê, boleto, tampouco débito automático que te exima. O trato é o pior de todos, obviamente, clichê : tudo que se planta colhe. Saudade do meu Mastercard que comprava felicidade! Até o que não tinha preço!
quinta-feira, maio 05, 2011
Fé Guerreira

Durante a faculdade (isso, faculdade, não universidade) tive um grande amigo. O Tatá (só eu o chamo assim). Doce, amável e generoso. E bonito. Logo o Tatá foi embora. Um dia Tatá voltou. Casado. Eu, incrédula, nunca pensei que Tatá fosse capaz. Foi. E com uma alegria, uma paixão. Imediatamente, perguntei: como sabias que daria certo? Respondeu "na lata": Silvinha, a gente reconhece o amor da nossa vida na hora que o vê. Hoje em dia nem sei se estão juntos, mas isso me marcou tanto, mas tanto, que guardei no "fundo do armário". Nunca discordei do Tatá. Pelo contrário. Eu reconheço, O Meu Amor. A bem da verdade, fui reconhecida. Quando ele entrou na minha casa e viu São Jorge. Vermelho, quase escondido. Dado pela melhor das amigas. Nem eu me lembrava do Santo. O Amor sim.
domingo, maio 01, 2011
Caroço de Pupunha

Já falei nisso antes, mas em algumas situações a vida fica tão maravilhosamente reta, que resolve te pregar uma peça e inventa um desvio. Então fica a seu critério escolher se vai insistir no caminho, agora tortuoso, ou simplesmente se vai desistir e voltar atrás. Em uma história recente resolvi encarar e até agora não me arrependo. Apesar de estar roendo um baita caroço de pupunha, aprendi a lidar melhor com minha ansiedade e com o fato de que o mundo não gira para mim. Dói pra porra, mas a verdade é uma só: eu que tenho que me adaptar, eu que tenho que girar pro mundo. Do contrário, estaria em estado vegetativo.
sexta-feira, abril 22, 2011
Sopro

Não, não estou em crise. Também não quero falar de reflexões. Na verdade quero compartilhar simplicidades. É que faltou luz aqui em casa. E são 1:53 h. Puta que pariu. Não dá para dormir. Tá faltando o arzão. Fico torcendo para as latinhas na geladeira não esquenterem e, assim, me fazerem companhia na contemplação da lua. Eis que vem uma pequena felicidade: o retorno da energia. Olho pela janela e vejo a criançada na vila ao lado brigando para apagar a vela. Ui, como a vida já foi mais simples. Eu também brigava para assoprar a chama. Era o extâse e o alívio juntos. Todos já poderiam voltar contentes às suas camas. Hoje o que me consola é que ainda consigo me surpreender. Sim, com ela. A luz.
Assinar:
Postagens (Atom)

